06 outubro 2009


ADVOGADOS


Advogado: Qual é a data do seu aniversário?

Testemunha: 15 de julho.

Advogado: Que ano?

Testemunha: Todo ano.

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Advogado: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?

Testemunha: Sim.

Advogado: E de que modo ela afeta sua memória?

Testemunha: Eu esqueço das coisas.

Advogado: Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?

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Advogado: Que idade tem seu filho?

Testemunha: 38 ou 35, não me lembro.

Advogado: Há quanto tempo ele mora com você?

Testemunha: Há 45 anos.

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Advogado: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou aquela manhã?

Testemunha: Ele disse, 'Onde estou, Bete?'

Advogado: E por que você se aborreceu?

Testemunha: Meu nome é Célia.

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Advogado: Seu filho mais novo, o de 20 anos...

Testemunha: Sim.

Advogado: Que idade ele tem?


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Advogado: Sobre esta foto sua... o senhor estava presente quando ela foi tirada?

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Advogado: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?

Testemunha: Sim, foi.

Advogado: E o que você estava fazendo nesse dia?

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Advogado: Ela tinha 3 filhos, certo?

Testemunha: Certo.

Advogado: Quantos meninos?

Testemunha: Nenhum.

Advogado: E quantas eram meninas?

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Advogado: Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?

Testemunha: Por morte do cônjuge.

Advogado: E por morte de que cônjuge ele acabou?

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Advogado: Poderia descrever o suspeito?

Testemunha: Ele tinha estatura mediana e usava barba.

Advogado: E era um homem ou uma mulher?

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Advogado: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?

Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...

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Advogado: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, Ok? Que escola você freqüenta?

Testemunha: Oral.

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Advogado: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vitima?

Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20:30 h.

Advogado: E o sr. Décio já estava morto a essa hora?

Testemunha: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando porque eu estava fazendo aquela autópsia nele.

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Advogado: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?

Testemunha: Não.

Advogado: O senhor checou a pressão arterial?

Testemunha: Não.

Advogado: O senhor checou a respiração?

Testemunha: Não.

Advogado: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?

Testemunha: Não.

Advogado: Como o senhor pode ter essa certeza?

Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.

Advogado: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?

Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando Direito em algum lugar!!!

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P.S. - Aos meus amigos advogados: nada pessoal, são apenas algumas "pérolas", portanto, SÓ...RIA!

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