30 julho 2009

28 julho 2009

EM QUEM AS PESSOAS MAIS CONFIAM


Uma pesquisa da empresa alemã GfK ouviu 18.295 pessoas nos Estados Unidos, na Europa e no Brasil para medir a confiança delas em profissionais de diversas categorias. Abaixo, numa escala de 0 a 100, os profissionais menos e os mais confiáveis:

CHÁVES ARTICULA PARA GOVERNAR POR DECRETO

Presidente venezuelano pede que Parlamento aprove nova Lei Habilitante

Janaína Figueiredo Correspondente • BUENOS AIRES

Com a firme decisão de acelerar os tempos de sua revolução bolivariana, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, solicitou à Assembleia Nacional (o congresso venezuelano) a aprovação de uma nova Lei Habilitante, que permitirá ao chefe de Estado governar por decreto. O polêmico instrumento legislativo já foi utilizado quatro vezes por Chávez, a última entre fevereiro de 2007 e agosto do ano passado.

— Se vocês consideram que são necessários reforços, então me habilitem novamente e vamos acelerar o trabalho — declarou Chávez no fim de semana passado, no Congresso.

O presidente venezuelano pediu, ainda, que sua ampla maioria parlamentar anule todas as leis “contrarrevolucionárias” antes de 2010, ano em que seu governo deverá disputar novas eleições legislativas e poderia perder o controle da Assembleia Nacional.

— Peço que acelerem a discussão e aprovem as leis revolucionárias em todos os âmbitos da atividade nacional — afirmou Chávez.

A atitude do presidente foi questionada pela oposição, que em 2004 optou por não participar da última eleição legislativa e desde então tem uma presença simbólica no Congresso do país (apenas oito deputados). O líder do partido Podemos, Ismael Garcia, exaliado do governo chavista, acusou Chávez de buscar impor um sistema personalista e dar uma fachada democrática a seu governo.

— A farsa está chegando ao fim — disse Garcia, que lembrou a derrota sofrida pelo chavismo no referendo sobre o projeto de reforma constitucional, em 2007

Oposição teme mudanças nas eleições de 2010


27 julho 2009

SESSÃO DA CÂMARA

Em sessão extraordinária, foi aprovado em primeira votação, projeto de lei do Executivo que além de dar plenos poderes ao prefeito, cria três super secretárias e quatorze diretorias. Administrativamente, o projeto é centralizador. O maior exemplo é a junção das secretarias de saúde, educação, esporte, cultura e assistência social, que continuarão como Departamentos, mas centralizado em uma só secretaria.

Os vereadores que votaram contra o projeto:
David Vinci,
José Carlos Balarotti,
Lindaura do Postinho e
Margareth

Os vereadores que votaram a favor do projeto:
Ana do Açougue
Armando da Ambulância
Décio Magri
Osmanir Cestari e
Célio de Carlis (como presidente, desempatou)

A segunda votação acorrerá na próxima sessão extraordinária, que acontecerá sexta-feira, dia 31, às 17h00.

Se não houver alteração dos votos, Astorga poderá ser a única cidade do Paraná onde o prefeito administra a moda Hugo Chávez.

25 julho 2009

PROVÉRBIOS

O lábio da verdade permanece para sempre, mas a língua da falsidade, dura por um só momento.
No coração dos que maquinam o mal há engano, mas os que aconselham a paz têm alegria.
Nenhum agravo sobrevirá ao justo, mas os ímpios ficam cheios de problemas.
Os lábios mentirosos são abomináveis ao SENHOR, mas os que agem fielmente são o seu deleite.
Provérbios 12: 19 a 22

CCJ DO SENADO APROVA PROJETO QUE TORNA CRIME FAZER SEXO COM MENORES DE 18 ANOS

VEJA
http://infodireito.blogspot.com/2009/07/ccj-do-senado-aprova-projeto-que-torna.html

24 julho 2009

20 julho 2009

ASTORGA: DE VOLTA À DITADURA

Pago um preço alto demais para exercer meu direito de cidadão. E como imprensa séria, cumpro meu papel denunciando tudo aquilo que tem afrontado a população de Astorga. Não posso me calar diante de tantas aberrações administrativas, minha consciência não permite.

Veja a última:

Foi enviada à câmara projeto de lei do Executivo que dispõe sobre a REORGANIZAÇÃO DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DO MUNICÍPIO. Neste projeto, o prefeito propõe criar três secretarias com salários de 5 mil e aumentar de onze para quatorze o número de diretorias com salários de 3.4 mil, que passariam a ser subordinadas às secretarias recém criadas, onerando só aí, o município em 30 mil por mês. Além do que, extinguirá as principais secretarias: saúde e educação, só elas administram 40% do orçamento do município, que ficara nas mãos de uma só pessoa.

Com isto, todo orçamento do município passaria a ser gerenciado apenas por três pessoas que estariam subordinadas diretamente ao prefeito.


Se compararmos municípios bem menores que Astorga a exemplo de Munhoz de Mello, Iguaraçu, Sabáudia, Jaguapitã, enfim, a grande maioria, têm mais de cinco, e têm essencialmente as secretarias de saúde e educação que por lei precisam aplicar uma porcentagem mínima de 15% e 25% do orçamento, respectivamente.

Esta centralização não cabe mais em parte nenhuma do planeta, mesmo nos regimes ditatoriais são questionadas e combatidas.

Se não bastasse a criação destas secretarias, o projeto pede ainda que os vereadores autorizem o prefeito a alterar as atribuições das diretorias por decreto. Isto é, por determinação do prefeito, pode ser mudado as competências e atribuições das diretorias e divisões quando ele quiser, tirando da câmara tais atribuições que deveria ser feita através de lei, e ainda dá ao prefeito autoridade para criar por decreto até seis cargos por departamento de nível inferior, o que também é atribuição da câmara e deve ser criado só através de lei.

Portanto, o que o prefeito quer fazer, é além de criar um regime extremamente centralizador, tirar o poder da câmara.

Senhores vereadores: a responsabilidade é de vocês. Se quiserem realmente mostrar para que foram eleitos, esta é a hora. Não deixe que a sociedade tenha que fazer aquilo que ela delegou a vocês, os elegendo para representá-la, fiscalizar e aprovar o que é bom e rejeitar o que não é.

Votem por Astorga, não para o prefeito.


BRASIL SERÁ SUPERPOTÊNCIA, DIZ ESPECIALISTA

Crise serviu para mostrar que emergentes não estão descolados dos EUA e que Brasil está bem mais resiliente

JANAINA LAGE

DE NOVA YORK

O Brasil deverá se tornar um dos motores da recuperação da economia global, afirma Leonardo Martinez-Diaz, especialista do Instituto Brookings e um dos organizadores do livro "O Brasil como uma superpotência? Entendendo a mudança do papel do Brasil na economia global" (título em tradução livre), recém lançado nos EUA.

Para Martinez-Diaz, o Brasil está posicionado de modo a colher os benefícios da retomada do crescimento mundial, que deverá começar pela Ásia. Confira trechos da entrevista que ele concedeu à Folha.

FOLHA - No livro, diz-se que muitos especialistas avaliam que o Brasil será um dos indutores da recuperação da economia global. O senhor está entre eles?

LEONARDO MARTINEZ-DIAZ - O Brasil é uma das dez maiores economias do mundo. Ele tem os ingredientes certos para isso, mas terá de manter as políticas adotadas, especialmente no nível macroeconômico. Considerando que continuem, estou confiante que o Brasil será um dos motores da recuperação.

FOLHA - Como o senhor define hoje uma superpotência?

MARTINEZ-DIAZ - Há duas maneiras de avaliar isso. A primeira é a tradicional, com base apenas em números e, neste caso, o Brasil seria a nona ou décima economia mundial. Em escala, ainda há um grande caminho a percorrer até chegar entre as quatro maiores.

O Goldman Sachs estima que o país precisaria crescer a 4% ao ano até a metade do século para atingir o tamanho de uma superpotência.

A segunda maneira é olhar se o Brasil tem influência para afetar as regras da economia global. E, desse ponto de vista, você pode chamar o Brasil de uma potência em ascensão, muito próximo de uma superpotência, pois ocupa um papel muito importante em mercados de commodities, tem um papel expressivo na OMC [Organização Mundial do Comércio], no G20, um papel em expansão no FMI e no debate sobre mudança climática.

FOLHA - Como a crise está alterando a percepção sobre o país?

MARTINEZ-DIAZ - A crise teve dois efeitos. O primeiro foi mostrar que o Brasil e outros emergentes não estão descolados, independentes dos EUA. Mas o segundo ponto é que o Brasil é muito resiliente, muito mais resistente à crise do que no passado. Além disso, tem uma poderosa base de crescimento dentro do país.

FOLHA - O último ciclo de crescimento foi impulsionado pela demanda de países como China e Índia. Com a mudança de cenário, ainda há espaço para o país crescer?

MARTINEZ-DIAZ - Vivemos um período de condições extraordinárias e raras nos últimos dez anos, entre a crise asiática e a crise atual, com alto crescimento, estabilidade, altos preços de commodities e demanda aquecida. Não vamos voltar a esse período tão cedo.

Agora, avalio que a base de exportações do Brasil é diversificada e não depende apenas dos EUA e da Europa, mas também da demanda da Ásia, da América Latina e de algumas partes da África e do Oriente Médio. A recuperação deve começar primeiro na Ásia. O Brasil está posicionado de modo a tirar vantagens disso. As taxas de crescimento serão menores do que antes, mas haverá crescimento.

FOLHA - Como o senhor analisa a política externa adotada nos últimos anos?

MARTINEZ-DIAZ - A política econômica externa brasileira é resultado de interesses e ideias conflitantes do governo e da sociedade. De um lado você tem políticas que são guiadas em prol de interesses econômicos, com uma pressão muito forte pela abertura de mercados agrícolas. De outro, você tem muita ênfase em acordos no eixo Sul-Sul que não trazem benefícios significativos para o país, não fazem sentido economicamente, mas ajudam a apoiar a visão de que o Brasil tem um papel de liderança entre os países em desenvolvimento.

FOLHA - Politicamente não é uma boa estratégia buscar uma liderança no eixo Sul-Sul?

MARTINEZ-DIAZ - Se isso puder ser traduzido em capacidade de avançar nas negociações de interesse próprio do país, sim. Em alguns casos não está claro que isso esteja acontecendo.

No Mercosul, o Brasil exagerou na descrição dos benefícios do bloco, mas não atacou os problemas. E há insatisfação de países como Uruguai e Paraguai. Há na região alguma suspeita sobre as ambições regionais e globais do Brasil. Podemos ver isso nas recentes tensões com Equador e Bolívia.


ISRAEL E BRASIL

GIORA BECHER

A vinda do ministro será a primeira visita do gênero desde a década de 1980, quando o último chanceler israelense veio ao Brasil

EM POUCO tempo o vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, iniciará uma histórica visita ao Brasil. Será a primeira do gênero desde a década de 1980, quando o último chanceler israelense veio ao Brasil.

A vinda do ministro é marcada por dois grandes objetivos. O primeiro é reforçar as relações bilaterais entre Israel e Brasil em todas as áreas possíveis. O segundo é o diálogo sobre as atuais questões internacionais.

A visita é também um sinal do vice-primeiro-ministro e do Ministério das Relações Exteriores de Israel para dedicar mais atenção e recursos às relações de Israel com a América Latina -especialmente com o Brasil, maior e mais importante país do continente.

Como parte dessa nova direção, o ministro das Relações Exteriores já informou à contraparte brasileira a nossa decisão de abrir um consulado-geral em São Paulo em 2010 e já anunciou a abertura de um consulado honorário para o Rio de Janeiro.

No que se diz respeito às relações bilaterais entre Israel e Brasil, ambos os países sempre desfrutaram excelentes relações.

O papel do distinto diplomata brasileiro Oswaldo Aranha, que atuou como presidente da Assembleia Geral da ONU em 1947, será sempre lembrado com carinho em Israel. Sob a sua liderança, naquela assembleia foi aprovada a resolução para criar o Estado judeu de Israel. Desde então, nossas relações continuaram a desenvolver e prosperar nas áreas de saúde, educação, ciência, cultura, agricultura, comércio, investimento etc.

18 julho 2009

SAIU NO INFORMATIVO PITANGUEIRAS

VEJA
http://informativo-pitangueiras.blogspot.com/2009/07/da-agua-para-o-vinho.html

17 julho 2009

16 julho 2009

DIPLOMA DE JORNALISMO

Fora de foco

Dad Squarisi

Diploma de jornalista? O STF derrubou a obrigatoriedade do canudo para o exercício da profissão. A sentença pegou todo mundo de surpresa. A frase do ministro Gilmar Mendes, que comparou jornalista a chef de cozinha, indignou a moçada. Muitos gozaram. “Agora”, disseram eles, “posso receber mais em casa. Estou habilitado a pilotar fogão e fazer comidas gostosas”. A categoria se mobilizou. Resultado: tramita no Congresso projeto de lei que restaura a exigência do certificado de conclusão do curso.

Gay Talese, criador do novo jornalismo, surpreendeu-se com a discussão do assunto. Em palestra na Festa Literária de Paraty, afirmou que ninguém precisa de diploma de jornalista para ser jornalista. Além de bom texto, o profissional deve ter outras qualidades. Entre elas, a curiosidade e a disposição para correr atrás da história que não está na internet. Está nas ruas, protagonizada por gente comum. Cristovam Buarque vai além. Não só prega a dispensa do diploma, mas também dá prazo de validade aos demais, seja qual for a especialidade. A razão: o conhecimento avança em tal ritmo que cinco anos é tempo suficiente para o saber não reciclado caducar.

E daí? Pesa contra a exigência do diploma o fato de a lei que a instituiu ter nascido na ditadura. Ideologias à parte, vale a questão. O diploma específico é necessário? Digo que não. Jornalista e diplomata se parecem. Ambas as profissões exigem ampla diversidade de conhecimentos — medicina, psicologia, educação, informática, engenharia, direito, antropologia, letras, literatura, música, cinema, história, sociologia, política, relações internacionais & cia. ilimitada. O Itamaraty recruta, em seleção rigorosa, candidatos formados em qualquer curso. Os aprovados frequentam o Instituto Rio Branco. De lá saem diplomatas respeitados mundo afora.

Se a meta do jornalismo é bem informar, quem informa melhor sobre saúde que o médico? Sobre direito que o advogado? Sobre cinema que um cineasta? Claro que não será qualquer médico, nem qualquer advogado, nem qualquer cineasta. Será o vocacionado para descobrir, apurar e apresentar a notícia com técnica, engenho e arte que se dispõe a abraçar outra profissão e nela investir. Não só. Será o selecionado entre os tantos que têm talento parecido. E, brilhante bruto, lapidado em curso de formação. Não é pouco.

13 julho 2009

COM DEUS NÃO SE BRINCA

Veja aqui
http://www.oseiasmiranda.com.br/2009/07/com-deus-nao-se-brinca.html

09 julho 2009

DEPUTADO PROPÕE REGRAS PARA JORNALISTAS


BRASÍLIA. O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) apresentou ontem projeto para regulamentar o exercício da profissão de jornalista. O projeto propõe regras para obtenção do registro profissional, mas segue a linha da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que dá livre acesso ao exercício do jornalismo.

A proposta estabelece que o detentor de diploma de curso superior de jornalismo tem direito ao registro, sem impedir outras categorias de pleitear o mesmo. Em julgamento recente, o STF estabeleceu que não poderia ser feita restrição ao acesso à profissão, para garantir o direito da liberdade de expressão. O Supremo considerou abusivas as imposições listadas em lei de 1969 que regulamentava a profissão de jornalista.

Segundo o deputado, o projeto respeita o entendimento do Supremo e tenta modernizar e equilibrar as regras para o exercício da atividade:

- Procurei fazer a defesa dos estudantes de jornalismo, que ficaram perplexos com a decisão do Supremo, sem saber o que vai acontecer com eles agora.

O projeto veda acordos individuais que impliquem salário inferior ao previsto em acordos coletivos. A proposta de Miro exclui exigências para o exercício de cargos de chefia em jornais, como a que restringia o acesso a jornalistas formados.

PARANÁ JORNAL

07 julho 2009

REAÇÃO DOS EUA E ISRAEL


Revelação pela ISTOÉ de acordo entre Brasil e Irã constrange o Itamaraty

Claudio Dantas Sequeira

A revelação de que Brasil e Irã negociaram em segredo um acordo que poderia ajudar o governo de Mahmoud Ahmadinejad a driblar as sanções impostas pelos EUA e pela ONU, publicada por ISTOÉ, provocou reações israelenses e norte-americanas.

O embaixador de Israel, Giora Becher, cobrou solidariedade: "A comunidade internacional deve aplicar todos os esforços, incluindo medidas econômicas e financeiras, para pressionar o Irã a abandonar o programa nuclear", disse. Em seguida, afirmou que a Embaixada de Israel comunicou o caso ao chanceler Avigdor Liberman, que estará em Brasília no dia 22, A embaixada americana em Brasília enviou para Washington uma cópia da ata da reunião entre os representantes do Brasil e do Irã. Antes de viajar para a Líbia na segunda-feira 29, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, pediu apuração sobre o vazamento da ata da reunião ocorrida a portas fechadas. A diplomacia brasileira trabalha, agora, para conter a repercussão negativa do acordo. "Assim o Brasil entra na linha de tiro das tendências mais radicais do Oriente Médio", avalia o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores.


06 julho 2009

TEMPO DE CHORAR E TEMPO DE RIR

“Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar;”. (Ec.3:4).

Uma coisa que devemos aceitar quer gostemos ou não, é que o plano de Deus não só inclui alegria, mas também tristeza. Pois, a tempo de prantear e tempo de celebração. Devemos cultivar mais o tempo de celebração curti-lo melhor, apreciá-lo com mais afinco. Porque muitas vezes não percebemos que aquele tempo é passageiro e por ser bom e gostoso nos parece muito rápido sua trajetória. Contudo, sempre temos a sensação que o tempo de prantear, de chorar, lamentar nos parece mais longo e duradouro.

Na medicina de hoje encontramos os doutores da alegria, ou seja, são profissionais da saúde que descobriram que o riso é terapêutico, curador e restaurador. Uma vez li acerca do assunto e na reportagem sobre a terapia do riso o profissional afirmava que dez minutos de uma boa risada equivaleria a duas horas sem dor. Que bênção poder sorrir de alegria, precisamos sorrir mais, porque quando sorrimos mais envelhecemos mais lentamente.
No entanto, como a vida não é somente curtição e alegria, somos surpreendidos com o choro, ou seja, nunca estamos completamente preparados para o choro, porém temos uma promessa que nós podemos nos assegurar. “O choro poderá durar uma noite toda, mas a alegria virá pela manhã”. Sabemos que a Palavra de Deus também nos revela que Ele (Jesus) enxugará todas nossas lágrimas e transformará nosso pranto em alegria e dançaremos na presença d’Ele com jubilo e celebração. A Palavra de Deus diz: "Está alguém entre vós alegre cante louvores!"
Pr. Lindomar J.S.
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04 julho 2009

MEDITAÇÃO

Disse Jesus

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Mateus 11: 28

02 julho 2009

ASTORGA: MAIS UMA POLÊMICA

A prefeitura de Astorga efetuou a compra de um terreno de 48 mil m², próximo ao trevo da Cooperativa Integrada por 210 mil. O argumento para compra era que o local seria para instalar a garagem municipal. Houve polêmica quanto ao valor pago, que pode ter sido acima do valor de mercado. Mas , mais agravante é: o terreno foi comprado sem autorização legislativa, conforme exigência da LDO, Art. 20.

Agora o prefeito envia projeto de lei à Câmara, em regime de urgência, pedindo autorização para vender o lote, que foi dividido em lotes menores, ficando apenas 10% para a garagem, que segundo o prefeito falando ao programa de televisão Balanço Geral, disse que a obra começaria na semana seguinte.

A Lei 048/2009 que deverá ser votada na próxima terça feira no Art. 4º diz que a instalação da garagem pode acontecer daqui a seis meses, podendo ser prorrogado por mais seis, mediante decisão do Executivo. Por que então o terreno foi comprado e pago a toque de caixa?

O terreno foi comprado a R$ 4,38 m² sem infra-estrutura. Na Lei enviada à Câmara, o valor da venda é de R$ 5,00 m² com infra-estrutura. O custo desta infra-estrutura, pode ser bem maior que os 210 mil pago pela compra do terreno.

A pergunta é: Para que comprar terreno para vender se o município possui outros imóveis com infra-estrutura? Qual o critério para a venda? Para quem serão vendidos estes lotes?

Pergunta aos vereadores: a Câmara irá autorizar a venda destes terrenos em regime de urgência, mesmo sabendo das irregularidades e falta de transparência? Para que vocês foram eleitos, para fiscalizar ou defender o prefeito?

MILAGRE NO ÍNDICO


A história de uma sobrevivente


A menina Bahia Bakari relata os momentos dramáticos no oceano depois da queda de aeronave

Exercito/resenha

Era madrugada de terça-feira. A franco-comorense Bahia Bakari, com idade entre 12 e 14 anos, viu-se na água em meio à escuridão. Ela não sabia muito bem como chegara lá. Sabia apenas que o avião em que viajava com a mãe para sua terra natal, as Ilhas Comores, na África, havia caído em pleno oceano quando começava a se aproximar do aeroporto. No escuro, não conseguia ver nada, mas ouvia vozes ao seu redor. Não sendo uma boa nadadora, agarrou-se em algo que também não sabia o que era. Depois de 13 horas no mar, foi resgatada. E protagonizou um milagre.

O objeto que manteve Bahia a salvo era parte da fuselagem do Airbus A310 que terminava o voo da companhia Yemenia entre a capital francesa e a capital comorense, Moroni, com escalas em Marselha e Sanaa, no Iêmen. As vozes, de algumas das 152 outras pessoas que voavam com ela. Mas, até agora, Bahia foi a única encontrada com vida após o trágico acidente. Aparentemente, salva ao ser arremessada para fora da aeronave depois da queda. De ferimentos, só uma clavícula fraturada e o rosto arranhado.

– Tentamos jogar uma boia, mas ela não conseguiu pegá-la. Tive que pular na água para resgatá-la. Ela estava tremendo, tremendo. Colocamos quatro cobertores ao redor dela e demos água quente e com açúcar para que bebesse – descreveu à agência AFP um socorrista que participou do resgate, feito entre corpos e destroços.

Os relatos de Bahia sobre os momentos dramáticos no mar foram dados ao pai, Kassim Bakari, por telefone. Em Paris, onde a menina mora com a família, Kassim comemorava o salvamento da filha.

– Ela é uma menina muito tímida. Nunca imaginei que poderia sobreviver assim. Não posso dizer que foi um milagre. Foi a vontade de Deus – declarou.

Apesar de Bahia ter sobrevivido, nem tudo era alegria para a família Bakari. Até a noite de ontem, a mãe da menina não havia sido encontrada e era dada como morta. A menina perguntou onde estava a mãe, disse Kassim, mas ele preferiu não contar a verdade pelo telefone.

O ministro francês para Cooperação Internacional, Alain Joyandet, informou que, depois de hospitalizada, Bahia deixou ainda ontem Comores em um jatinho fretado com destino a Paris, onde encontraria o pai.

– Ela demonstrou uma incrível força física e moral. Fisicamente, ela está fora de perigo, mas evidentemente está muito traumatizada – acrescentou.

01 julho 2009

CAPA PARANÁ JORNAL



BRASIL PODERÁ TER DOCUMENTO ÚNICO DE IDENTIDADE

Proposta, em fase final de elaboração, cria carteira que inclui habilitação de motorista, dados bancários, título eleitoral e CPF

Jailton de Carvalho

BRASÍLIA. Depois de longas discussões internas sobre privacidade e segurança, está praticamente pronto na Casa Civil projeto que prevê a criação da nova carteira de identidade baseada num número de âmbito nacional, e não mais estadual, como acontece hoje. Pela proposta, a atual carteira será substituída por um cartão magnético com chip em que poderão constar outros documentos como habilitação de motorista, título de eleitor, CPF, dados do INSS e, se o titular quiser, dados bancários. Com apenas um cartão, o titular do documento pode passar por uma blitz policial, votar e até fazer saques em contas bancárias.

- Até cartão de torcedor pode ser incluído no chip. O projeto está na Casa Civil quase pronto para ser enviado ao Congresso - disse um delegado da cúpula da Polícia Federal.

CORREIOS REALIZARÁ CONCURSO

Os Correios deverão publicar um edital em agosto para a realização de um concurso nacional para 12 mil vagas. As chances são para todos as cidades em que a empresa possui agência, espalhadas por todo o país. As remunerações variam de R$ 1.365,75 a R$ 3.268.

DEPUTADOS APROVAM 40 HORAS SEMANAIS

Uma comissão especial da Câmara aprovou ontem, em votação simbólica e por unanimidade, a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição do salário. Também foi aprovado o aumento da hora extra de 50% para 75% da remuneração. Por ser emenda constitucional, a proposta tem de passar por dois turnos na Câmara por pelo menos 308 deputados e depois apreciada no Senado.

Representantes de sindicatos pretendem apresentar um pedido de urgência, que garante prioridade à matéria. Em nota divulgada ontem, a Confederação Nacional da Indústria afirma que a medida dificultará a criação de empregos, porque aumentará os custos de produção de todas as empresas.